Archive | Culturas e Tribos

Kirsten Dunst encarna a moda japonesa em Tóquio

A atriz  Kirsten “Mary Jane” Dunst vestida como uma adepta da moda decora passeou pelas ruas de Akihabara, o famoso distrito de Tóquio que reúne eletrônicos e otakus.  Tudo isso para a filmagem de um video que estará em exibição na Tate Modern, em Londres, no final do ano.  Não tem muitas informações a respeito, mas realmente fiquei ansiosa pelo resultado.

McG que dirigiu o vídeo( e também o último filme do Exterminador) é fã confesso de Sailor Moon e outros animes e filmes japoneses.

Fotos do fórum Superior Pics.

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Arte marcial pode se tornar profissão regulamentada

Projeto de lei prevê conselho federal para professores.

Vice-presidente técnico da Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu, o faixa-preta José Henrique Leão Teixeira, o Zé Beleza, entrou em contato com o GRACIEMAG.com para dar uma boa notícia: está tramitando, na Câmara dos Deputados, um projeto de lei que prevê a criação de um Conselho Federal de Artes Marciais, bem como de conselhos regionais, o que garantiria aos professores de Jiu-Jitsu e de outras modalidades o direito a ter sua profissão regulamentada.

Empolgado com o projeto de lei enviado pelo deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), Zé Beleza comentou: “O Conselho de Arte Marcial é fundamental, algo que venho conversando há muito tempo com o Robson e Carlinhos Gracie, e agora com o apoio do Itagiba, que é faixa-preta de Jiu-Jitsu, o projeto ganha consistência, e certamente vai acontecer”.ibuindo para o desenvolvimento seguro de tão importante atividade profissional. Sala das Sessões, de 2008.”

“Eu por exemplo sou formado em educação física e considero isso um plus para o meu trabalho, mas não podemos obrigar um profissional que treinou, durante 30 anos, um estilo de luta, a fazer uma faculdade que não seja específica de sua área”, continua o professor. “Certamente com o tempo, vamos ter também uma cadeira dentro das universidades para a formação do profissional em arte marcial. Mas a princípio, com a homologação da lei, será necessária a realização de um curso para formação do profissional em arte marcial, que viria a ser reconhecido por este conselho”.

Leão Teixeira vê a lei como um primeiro passo, porém largo: “O primeiro passo é este, criar o conselho e ‘regulamentar’ por lei federal a profissão do professor de arte marcial, como ocorre com médicos, advogados, engenheiros, arquitetos. Desta forma, teremos todos os benefícios de aposentadoria, seguros etc, que todas as profissões tem. É um direito pelo qual temos de lutar para valorizar ainda mais um enorme número de profissionais sérios e dedicados, que trabalham com a formação e educação dos jovens e com isso contribuem diretamente para o crescimento de uma sociedade mais digna, formada por homens de moral e cárater”.

Para quem tiver maior interesse sobre o assunto, segue a íntegra do projeto de lei.

“PROJETO DE LEI Nº 2.889, de 2008.
(Do Sr. Dr. Marcelo Itagiba)

Dispõe sobre a criação do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais de Profissionais de Artes Marciais e dá outras providências.

O Congresso Nacional decreta:
Art. 1o São criados o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Artes Marciais.
Art. 2o Compete aos Conselhos Federal e Regionais de Artes Marciais coordenar, planejar, programar, supervisionar, dinamizar, organizar, avaliar trabalhos, programas, planos e projetos, bem como prestar serviços de auditoria, consultoria e assessoria, promover treinamentos especializados e a formação de equipes multidisciplinares e interdisciplinares, elaborar informes técnicos, artísticos-científicos e pedagógicos na área das artes marciais.
Art. 3o Os primeiros membros efetivos e suplentes do Conselho Federal de Artes Marciais serão eleitos para um mandato de dois anos, em reunião das associações representativas de Profissionais de Artes Marciais, criadas nos termos da Constituição Federal, com personalidade jurídica própria, no prazo de até noventa dias após a promulgação desta Lei.
Parágrafo único. Logo após a instalação do Conselho de que trata o caput, este expedirá as normas de funcionamento e promoverá a instalação de Conselhos Regionais.
Art. 4o A partir da efetiva instalação dos Conselhos Regionais, o exercício das atividades de Artes Marciais será prerrogativa dos profissionais regularmente neles registrados, respeitadas as unidades administrativas de jurisdição.
Parágrafo único. Terão direito ao registro de que trata o caput, os profissionais que tenham comprovadamente exercido, no Brasil ou no exterior, atividades próprias dos Profissionais de Artes Marciais, nos termos a serem estabelecidos pelo Conselho Federal.
Art. 5o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

JUSTIFICAÇÃO
As artes marciais são sistemas de práticas e tradições para treinamento de combate, geralmente, sem o uso de armas de fogo ou outros dispositivos modernos. Sua origem confunde-se com o desenvolvimento da civilização quando, logo após o desenvolvimento da onda tecnológica agrícola, alguns começam a acumular riqueza e poder, ensejando o surgimento de cobiça, inveja, e seu corolário, a agressão[1]:

“As artes militares ou marciais são todas as práticas utilizadas pelos exércitos no desenvolvimento de treinamento e habilidades para o uso em guerras não importando a origem ou povo que a criou.

Hoje, o termo artes marciais é usado para todos os sistemas de combate de origem oriental e ocidental, com ou sem o uso de armas tradicionais. No oriente, existem outros termos mais adequados para a definição destas artes, como Wu Shu na China e Bu-Shi-Do no Japão que também significam artes de guerra, ou “Caminho do Guerreiro”.

A necessidade abriu espaço para a profissionalização da proteção pessoal[2]. Hoje são praticadas em todo o mundo diversas modalidades de artes marciais, v.g., o Jiu-Jitsu, Caratê, Kung Fu, Judo, Tae-Kwon-Do, que têm como objetivo a defesa pessoal em uma situação de risco bem assim como prática esportiva, enfocando principalmente a formação do caráter do ser humano”[3].

Contudo, o reconhecimento da atividade como atividade profissional tem sido questionada por ausência de uma lei que a norteie, razão pela qual apresentamos o presente projeto como primeiro passo para trazer para o mundo formal esta arte milenar que se confunde com a história do próprio homem, sem se descurar da segurança daqueles que procuram tais ensinamentos, propiciando, por outro lado, a possibilidade de controle da atividade.

Isto posto, esperamos o apoio dos nobres colegas desta Casa para aprovação da presente proposta, certo de estar contribuindo para o desenvolvimento seguro de tão importante atividade profissional.
Sala das Sessões, de 2008.”

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Estilo Decora

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Hã? Decora? Um estilo?

Decora é um estilo surgiu na década de 90 no meio de boas imaginações de meninas entre 13 à 17 anos no Japão, que usavam e abusavam das cores fortes, calientes e cítricas, misturados com estampas, prisilinhas, bichinhos e coisas bem kawaiizinhas.

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A Moda Harajuku!

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Vamos falar de Tribos, e a primeira a ser eleita é a Moda Harajuku!

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Mullets de volta à moda?

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Segue uma dica para mudar o visual estando dentro da moda, de uma forma retrô sendo bem moderno.

O que é Mullets?

São repicados no topo da cabeça e mais compridos atrás, na altura da nuca, que hoje se tornou “legal e descolado”, e que vem literalmente fazendo a cabeça dos jovens modernos.
Mas quem é que se lembra do cabelo do David Bowie? E do corte da dupla sertaneja Chitãozinho e Xororó no início da década de 80? Pois bem é daí que surgiu o corte.

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Tatuagem de Henna

Olá pessoal, o assunto Tatuagem muitas vezes é um problema para nós. Às vezes porque temos medo de nos arrepender, por receio dos pais e amigos critiarem, ou pela vontade de fazer aquele personagem de cosplay que tem uma linda tatuagem mas não vale a pena marcar a pele pelo resto da vida. Uma boa dica seria a tatuagem de henna, pois ela fica poucos dias na pele, não dói, e além de barato nós mesmos podemos fazer.

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Nova moda no Japão

Moda das “princesas” movimenta mercado japonês
Consumidoras chegam a gastar entre US$ 2 mil e US$ 3 mil ao mês com vestidos e acessórios

Mulheres vestidas como princesas é a nova onda japonesa que começa a ganhar adeptas além das fronteiras do país. Chamadas hime gyaru, as garotas princesas são mulheres modernas que adotam penteados volumosos e vestidos com muitos laços que, segundo o Wall Street Journal, são um cruzamento entre Maria Antonieta e Paris Hilton. Para manter seu visual, elas gastam mais de US$ 1.000 por um vestido e acessórios, como guarda-chuvas e luvas.

As garotas princesas falam com voz de menininha e gastam milhares de ienes em butiques especializadas como Jesus Diamante, Liz Lisa e La Pafait. Não por acaso, essas lojas tem entre seus endereços bairros que concentram o maior número de lojas de design, como Harajuku e Shinjuku.

Em entrevista ao WSJ, Mayumi Yamamoto, uma autêntica hime gyaru de 36 anos, disse que mal consegue dormir à noite quando descobre que já chegou a uma das butiques um novo lançamento. Ela já tem uma coleção de 20 vestidos de princesa, comprados nos últimos oito meses, um gasto de US$ 2 mil a US$ 3 mil ao mês. Ela até comprou uma cama de dossel que imita o design rococó do período.

O Japão sempre foi famoso por suas modas radicais, que combinam as maiores misturas até cópias exatas de modelos da Chanel, Bvlgari e Dior. Mas, normalmente, são adolescentes que propagam as modas. A diferença com as princesas de agora é que são em geral mulheres de 25 a 35 anos, que encontraram nesse estilo uma espécie de fuga – principalmente das preocupações econômicas que aumentaram com a crise financeira mundial.

Além do estilo princesa mais convencional, há outros que lembram bastante a moda dos heróis de mangas. As mulheres mais radicais aderem ao estilo Yamamba, ou feiticeiras da montanha, que normalmente vem acompanhada de uma maquiagem mais carregada, pele morena, muita sombra branca ao redor dos olhos e cabelos descoloridos, quase brancos, despenteados.

“Existe uma procura enorme pelas histórias de contos de fada com finais felizes”, diz a professora em Sociologia de Tóquio, Asuka Watanabe.

A revista “Vanilla Girl” traz mensalmente dicas para criar um penteado ultravolumoso, deixando cachos e alguns fios soltos como nos personagens de manga. Também são muito populares as extensões, cílios postiços e kits completos de maquiagem para acentuar principalmente os olhos. Somente em produtos, o custo inicial pode chegar a US$ 450.

Tudo menos prático

As princesas ganharam blogs na internet e ajudam a disseminar o modismo além das fronteiras japonesas. As lojas Jesus Diamante, Liz Lisa e La Pafait todas vendem seus produtos online, o que torna a vida de suas clientes mais prática.

A única coisa que não é prática é usar os vestidos de princesa para trabalhar. Mayumi Yamamoto, por exemplo, teve de desistir recentemente de sua mania, ao menos durante seu turno. Ela trabalha quatro horas diárias abrindo caixas de papelão em um loja de acessórios. Seus pais, que moram perto, mandam comida para ela e o marido, para que eles tenham mais dinheiro para gastar com os vestidos, luvas, laços, sapatos e outros acessórios que compõem o estilo hime gyaru.

Clique aqui e venha debater esse tema em nosso fórum.

Assista a um vídeo sobre o estilo hime gyaru, as garotas princesas, no YouTube.

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